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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Reflexão...

Acerte, acerte, Soares!


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Quero lhes contar a história de um famoso telepregador, conhecido como missionário, o qual tinha muitos admiradores em todo o mundo. Apesar do sucesso que fazia, ele não pregava na TV mensagens evangelísticas, mas promovia shows para evangélicos — éclaro que qualquer semelhança com algum telemissionário da vida real é apenas uma mera coincidência.

Mais conhecido pelo sobrenome — em razão de não gostar de seu nome —, ele tinha um grande carisma e facilidade para transmitir mensagens sobre a fé, seu tema predileto. Além disso, aparentava ser um homem piedoso.


Alguns amigos dele, de outros segmentos evangélicos, comentavam que ele cometia alguns erros gritantes, porém não tinham coragem de dirigir-lhe uma crítica diretamente. Já os seus desafetos faziam isso de maneira grosseira e ofensiva, não atingindo o objetivo de ajudá-lo. Havia, ainda, alguns que o criticavam de modo zombeteiro, como que incentivando-o a continuar a pregar certas heresias:

— ERRE, ERRE, SOARES! — zombavam.

Surgiu então um escritor, Apolo Getúlio, conhecido — devido à sonoridade de seu nome — como Apologeta, o qual, com o objetivo de ajudar o telemissionário, lhe enviou uma carta. A intenção era orientar o famoso telemissionário, contrapondo-se aos pseudo-apologetas, que apenas o criticavam por criticar e escarneciam dele.

Eis a longa carta de Apologeta ao telemissionário Soares:

"Caro missionário Soares,

Que a graça e a paz sejam derramadas sobre a sua vida.

De uns tempos para cá, principalmente graças às suas pregações na TV, uma mania se instalou no meio evangélico. É a chamada “determinação”, não no sentido de resolução, definição ou tomada de posição. Alguns crentes pensam mesmo que podem realizar milagres mediante o pronunciamento de palavras mágicas, como se fossem deuses! O senhor ensina que, ao determinar, o crente dá ordem ao Diabo. Isso não é uma incoerência, caro missionário?

Podemos, se for necessário, dar ordem aos demônios, em nome de Jesus, mas, no caso da oração, devemos nos dirigir ao “Pai nosso”, como Jesus ensinou (Mt 6.9-13).
 À luz da Bíblia Sagrada, somente Deus pode determinar. Tudo, de fato, acontece, obedecendo à sua ordem (Gn 1.3; Sl 148.4,5). Afinal, quem é o homem mortal para determinar que alguma coisa aconteça? Jesus nunca ensinou que devemos determinar, mas disse: “Pedi, e dar-se-vos-á...” (Mt 7.7).

O senhor tem se baseado em suas experiências. Mas não está se esquecendo de que é a Palavra de Deus que deve verdadeiramente guiá-lo (Sl 119.105)? Essa postura do senhor tem contribuído para que muitos pregadores considerem as suas experiências ou as de outros “homens de fé” como revelações iguais ou superiores às Escrituras. Isso não é perigoso?

Infelizmente, o senhor e todos os pregadores da “determinação”, no afã de ensinarem essa suposta maneira de se alcançar respostas de Deus, têm empregado textos bíblicos fora de seus contextos. Citam, por exemplo, a parte final de Daniel 11.36: “... aquilo que está determinado será feito”. Ora, essa passagem menciona o que está determinado por Deus, e não pela boca de homens falíveis (cf. At 1.7; 17.26)!

É preciso mesmo usar essa prática de "determinar" para alcançar as bênçãos de Deus? Na Bíblia, aprendemos a orar em humilhação perante o Senhor (Jr 33.3; 2 Cr 7.14,15). Os primeiros crentes oravam com ousadia, e o Senhor lhes respondia (At 4.29-31). Seria, missionário Soares, a “determinação” mais poderosa do que a verdadeira oração, em humilhação perante o Senhor?

Sinceramente, me incomoda esse negócio de falar com o Diabo... Oração não é um diálogo com Deus, em nome de Jesus? Muitos pregadores da atualidade, inclusive o senhor, têm mudado o foco da oração com a maior naturalidade...Jesus nos ensinou como devemos orar. O Mestre, em Mateus 6.5-13, deixou-nos um modelo de oração, da qual destaco algumas características, para que o senhor possa fazer uma reflexão:

1) A oração não é para alguém “aparecer”, como fazem os hipócritas (vv.5,6). Mas os pregadores da “determinação” (tenho notado) fazem questão de fazer orações “poderosas” em que desafiam o Diabo! O senhor acha que isso é correto?

2) As repetições vãs — ensinou Jesus — são desnecessárias (vv.7,8). Mas os pregadores em questão, inclusive o senhor, com todo o respeito, não só repetem frases de efeito, como mandam o povo repeti-las...
3) Jesus disse: “Portanto, orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome” (v.9). Note que a primeira palavra da oração de Jesus foi “Pai”, e não “Diabo”! Mas percebo que o senhor gosta de dirigir palavras ao Diabo...
4) A oração — ensinou o Mestre — deve começar com adoração a Deus e exaltação do seu nome (v.9). Os pregadores dessa verdadeira “fé na fé”, porém, começam exigindo, determinando e valorizando o “eu”. “Eu declaro; eu exijo...” Eu, eu e mais eu! Isso é certo, caro missionário?
5) O Senhor Jesus ensinou, ainda, que a prioridade, quando oramos, é a vontade de Deus, e não as nossas necessidades: “... seja feita a tua vontade...” (vv.10,11). Porém alguns pregadores parecem ter uma presunção tão grande, a ponto de dizerem que orar assim é uma demonstração de incredulidade.

Eu estou sinceramente preocupado com esse evangelho que o senhor tem pregado, que só enfatiza fé, prosperidade, cura, etc. O senhor, caro missionário, não está se esquecendo de pregar mais sobre a preciosa salvação em Cristo (2 Co 4.7)? Eu quase não ouço o senhor falar de Jesus, do plano salvífico... Ora, a salvação não é muito mais valiosa do que ter dinheiro, saúde e propriedade? A prosperidade material é sim importante, porém não é o principal (Mt 6.19-21; 1 Tm 6.10).

Muitos pregadores triunfalistas, como o senhor, falam como se nunca fôssemos morrer. Parece até que receberemos todas as bênçãos aqui na Terra... No entanto, a Palavra de Deus é clara: “Se esperarmos em Cristo somente nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens” (1 Co 15.19). E quanto às provações e tentações? O senhor diz que o crente, depois de assumir uma posição de vitorioso e passar a determinar, viverá acima de tudo isso...

Mas, de acordo com a Palavra de Deus, o senhor está mais do que equivocado, com todo o respeito.
 Precisamos nos conscientizar de que as tribulações são uma realidade na vida de todos os que obedecem a Deus (1 Pe 5.8-10). A vida cristã genuína é marcada por renúncia, santidade, provação e perseguição — é uma batalha constante. Daí Paulo ter dito ao jovem Timóteo: “Sofre, pois, comigo as aflições, como bom soldado de Cristo” (2 Tm 2.3).

Mas muitos “mestres da fé” têm enganado o povo de Deus, dizendo que o crente vive acima das tribulações. Paulo, que jamais pregaria esse falso evangelho humanista, antropocêntrico, afirmou: “Porque, como as aflições de Cristo abundam em nós, assim também a nossa consolação abunda por meio de Cristo” (2 Co 1.5). Observe: “aflições de Cristo”, isto é, aflições por causa do amor a Cristo. E elas são muitas: “abundam” (cf. 2 Co 2.4).

Por mais que o senhor seja triunfalista e propagador de um deus “Papai Noel”, com todo o respeito, afirmando que o crente precisa aprender a usar o poder da fé, a fim de que viva sem aflições, as Escrituras, que não mentem, dizem: “... a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente” (2 Co 4.17). Conquanto muitos não aceitem essa verdade, caro missionário, as tribulações são uma realidade na vida do salvo (2 Co 1.6). E elas ocorrem com propósitos definidos, como manifestação da glória de Deus e aperfeiçoamento (1 Pe 2.19-21).

Em 2 Timóteo 3.12, está escrito: “... todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições”.
 O senhor também afirma (e valoriza autores que afirmam) que, se o crente ficar doente, está em pecado, não entendeu o que é viver pela fé, ou está dominado pelo Diabo. O senhor não acha que esse tipo de mensagem visa a agradar o ser humano e atendê-lo em suas necessidades restritas a essa vida, como saúde, prosperidade e bem-estar?

Desculpe-me da franqueza, mas onde ou com quem o senhor aprendeu que todas as doenças provêm do Maligno? A Palavra de Deus afirma que toda carne é como a erva, e a glória do homem como a flor da erva (1 Pe 1.24). O ser humano se desgasta, pois o seu corpo é corruptível (2 Co 4.16). Um dia, os salvos se revestirão de incorruptibilidade (1 Co 15.54); por enquanto, embora Jesus tenha poder para nos curar, segundo a sua vontade (1 Jo 5.14; Mt 6.9,10; 26.42), estamos sujeitos às enfermidades.

O senhor prega a saúde perfeita e sempre a “exige”, afirmando que Senhor cura sempre, pois a saúde é um direito do crente. Por que, então, Eliseu morreu em decorrência de uma enfermidade (2 Rs 13.14)? Por que Timóteo e Trófimo não foram curados (1 Tm 5.23; 2 Tm 4.20)? Estariam esses homens de Deus endemoninhados? Jó e Lázaro estavam igualmente possessos, quando adoeceram (Jó 1.1; 2.12,13; Jo 11.1-4)? Se a saúde é um direito do crente, por que ele fica doente?

Muitos dos propagadores da saúde perfeita, mesmo enfatizando que a saúde é um direito do crente, usam óculos (às vezes, com lentes do tipo “fundo de garrafa”), contraem doenças, como artrite, deficiências na audição, osteoporose, câncer, etc. Embora não aceitem a evidência de que o ser humano se desgaste ao longo dos anos, ela é uma realidade (Sl 90.10). Soube, inclusive, que o senhor, há pouco tempo submeteu-se a uma cirurgia...

Há alguns anos, um dos principais gurus e propagadores da confissão positiva — por sinal, muito admirado pelo senhor, caro missionário, que inclusive sempre faz referências aos seus livros —, o qual se gabava de ter uma saúde perfeita e de que nem remédio para dores de cabeça tomava, morreu.
Outra coisa muito desagradável que o senhor tem pregado, na TV, é que o Senhor Jesus sofreu em nosso lugar no Inferno. Isso é uma grande heresia, que o senhor certamente aprendeu com os chamados mestres da fé... O Senhor Jesus triunfou na cruz, missionário! O senhor nunca leu Colossenses 2.14 e Hebreus 2.14? Foi na cruz o que Senhor bradou: “Está consumado” (Jo 19.30).
Caro missionário, termino aqui a minha carta, acreditando que o senhor refletirá sobre o que realmente a Palavra de Deus diz. Estou orando pelo senhor...

ACERTE, ACERTE, SOARES!

Com apreço,

Apologeta" 

Espero que todos os seguidores do famoso telemissionário, ao concluírem a leitura desta carta, não fiquem bravos com o Apologeta, mas façam uma reflexão à luz da Bíblia, a Palavra de Deus.


Texto extraído do Blog do Pr. Ciro Sanches Zibordi
http://cirozibordi.blogspot.com/2009/01/acerte-acerte-soares_30.html

sábado, 4 de junho de 2011

Casamento

Casamento



“Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai,...” Gênesis 12.1

            Muitas famílias encontram-se hoje “quebradas” simplesmente pelo fato de desobedecerem a um dos mais básicos princípios bíblicos: “Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mãe, e serão ambos uma carne”. Gênesis 2.24
            Sabemos que em muitas das vezes, as condições financeiras não nos permitem realizar construções em um tempo previsto.
            Porém o que devemos salientar é que não é apenas a distância “física” que a Bíblia está dizendo. O conceito de “Deixar” é não se apegar. Vai instituir uma “nova família” rapaz! Vira homem! Saia da proteção da mamãe!
            Muitas famílias estão destruídas por causa da interferência dos familiares.
            E, essa intromissão só acontece quando é consentida por parte de um dos componentes do casal. Quando se permite que a mãe ou o pai entrem num relacionamento para influenciar questões vitais, pessoais e íntimas do casal, aí... como diz um ditado popular:  Verdadeiramente ...“a casa cai”.

            Há casos em que a família foi dissolvida por interferência de vizinhos!

Lembre-se sempre:
“Mas se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel.” I Timóteo 5.8

“que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda modéstia (porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?);” 1 Timóteo 3.4-5



quinta-feira, 2 de junho de 2011

Família

Família
Encontrando O Sentido Da Vida

          “Descanso, porém, com a vinda de Estéfanas, e de Fortunato, e de Acaico; porque estes supriram o que da vossa parte me faltava. Porque recrearam o meu espírito e o vosso. Reconhecei; pois os tais.” 1 Coríntios 16:17-18



            Hoje em dia, passamos o nosso tempo ocioso apenas fazendo coisas que não nos trazem à paz.
            No dia em que temos de descanso, o Domingo, ao invés de brincar com os filhos, de cuidar da esposa. O homem vai para um bar e se enche de cerveja com algumas pessoas ao seu redor, que comentam assuntos passageiros e inúteis. Falam, discutem e defendem a um time de futebol qualquer; que é uma empresa multimilionária, com interesses meramente comerciais e sem produtos sociais.
            A vida da maioria das pessoas no mundo globalizado de hoje é simplesmente reduzida a um formato pré-estabelecido pelo formato de um sistema complexo, abusivo, exclusivo e diabólico. Gerando pessoas sem afeto e “Cheios de Nada”.
            O mundo de hoje, não comporta mais “a família” como base fundamental de ensino, caráter, aspirações, etc.
            Por isso, está escrito em Romanos 12.2: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento...”.
            A criança não mais deseja ser “igual ao meu pai” quando eu crescer. Hoje em dia; no mundo globalizado, elas desejam ser como os “artistas” que vendem uma idéia de mundo, que serve como uma válvula de escape da realidade dos fatos.
            Escuta os pais se comparando com os personagens de novelas, onde sempre são induzidos a desenvolverem todo o tipo de sentimento perverso e impuro diante de Deus.
Durante o decorrer de uma novela, por exemplo, começam a torcer pela morte de alguém, que julgam ser o vilão da estória. Vêem-se numa discussão entre algum casal onde a esposa é colocada como sendo ruim no texto, logo surge um relacionamento extraconjugal e começam a torcer para que o “novo amor” seja estabelecido e que o casamento original seja destruído, apoiando assim, mesmo que inconscientemente, o adultério.
            E é dentro de um contexto de vida desses, que muitas de nossas crianças estão sendo instruídas. Onde “ficar” substitui um relacionamento concreto e honesto; onde o amor é reduzido ao sexo ilícito; onde o ser honesto é considerado ser otário; onde ser um bom funcionário, é ser puxa-saco. Este é o contexto do mundo que jaz no maligno.

“Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra;” Colossenses 3.2

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sua Família É Uma Bênção!

Sua Família É Uma Bênção!



            De acordo com a Palavra de Deus, todas as famílias, sem exceção, desfrutam da bênção de Deus prometida a Abraão.

 “... em ti serão benditas todas as famílias da terra.” Gênesis 12.3

            Você pode até não ver, com os olhos naturais, porém o Senhor está sempre trabalhando dentro do seu lar; em prol da salvação, libertação e paz dentro da sua família, e a “ferramenta” que Ele tem para utilizar nesse processo é você. E, nessas horas, o seu testemunho fala mais alto que suas palavras!

“Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansidão de sabedoria.” Tg 3.13

            Claro que você ama sua família, por isso comece a compreendê-la. Pois o amor verdadeiro ultrapassa as muitas barreiras no relacionamento humano.

"Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta". 1 Coríntios 13:7

            Tenha sempre em mente o texto de Josué 24.15:
“... Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.”

            A salvação da nossa família deve ser uma prioridade em nossas vidas, pois a Bíblia diz que se não cuidarmos da nossa família, somos piores que os incrédulos!

“Mas se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel.” I Tm 5.8

            Não podemos perder a esperança de um dia vermos todos nossos familiares servindo ao Senhor.

“... Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa.” Atos 16.31

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Você Deixaria Seu Filho Morrer?

Você Deixaria Seu Filho Morrer?
Para Salvar A Vida De Um Bandido?



            A pergunta parece-nos um tanto agressiva, exagerada e até abusiva, quando feita de maneira irrefletida.
            Mas, a verdade é que foi exatamente isso o que o Senhor, nosso Deus, fez por nós!

”Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, - pela graça sois salvos,e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus;” Efésios 2.4-6

            Ele permitiu que seu Filho, Jesus Cristo, morresse quando nós ainda éramos pecadores, sem a graça divina, e quando nosso destino estava em apenas aguardar pela justiça divina.
            Mas, Deus, em seu misericordioso plano de salvação, nos ofereceu gratuitamente a salvação, através do sacrifício do Seu Filho na cruz do Calvário.
            Talvez você nunca parou para pensar nisso, mas como pode um pai entregar seu filho à morte, para salvar pessoas que só praticam o mal?

“... que me amou e a si mesmo se entregou por mim.”
Gálatas 2.20

“Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no seu nome,” João 1.12

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3.16

Nós, enquanto Igreja, somos uma família...
E, é exatamente por isso que nos cumprimentamos:
“A Paz do Senhor, Irmão...”
Somos irmãos uns dos outros, e ser irmão é fazer parte de uma mesma família.

            Deus nos adotou como Pai: “e nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado.” Efésios 1.5

            E isso nos garante uma herança celestial; a vida Eterna!
            Para sermos filhos... Deus nos gerou de novo!
I Pedro 1.2-4
            Deus nos deu o que Ele tinha de melhor,
o Seu Único Filho.
Também nós devemos dar aquilo que temos de melhor,
dedicar nossa vida ao Senhor!

domingo, 15 de maio de 2011

Livro Interessante...

Livro Interessante...

Esta semana estive lendo um bom livro...
Por isso não postei mensagens aqui...
Recomendo a todos a leitura do mesmo...
O livro citado é: O HOMEM DO CÉU - Editora Betânia



O livro narra a história de um irmão chinês que sofreu duras perseguições dentro do seu país por proclamar o Evangelho de Cristo...
O Irmão Yun (Seu nome) sofreu como os discípulos de Cristo.
A leitura nos remete à lembrança do livro de Atos dos Apóstolos...
Por isso aproveitei a semana para também reler todo o livro de Atos...
Maravilha!

Como tenho aprendido a amar os cristão da CHINA!
Tenho recebido aqui no Blog várias visitas dos chineses e me alegro muito com isso!

Glória a Deus

domingo, 24 de abril de 2011

Problemas na “Reforma” da Igreja

Problemas na Reforma da Igreja


        

Hoje em dia, tudo na igreja é elaborado de maneira a agradar ao público.

O som, os bancos confortáveis, a liturgia do culto, os horários, etc.

Tratam os membros como clientes. Onde jamais podem sair do ambiente chamado igreja, sem ter sido totalmente paparicado por aqueles que dali cuidam.

O problema não está no luxo das igrejas, nem na organização. O problema está no nosso alvo. A quem queremos agradar? Na preocupação principal que é agradar aos homens estamos mudando nossa rota, e isso acaba tirando-nos a liberdade em adorar a Deus.

Claro que alguém pode dizer-me; ”Mas, sempre foi assim...”.

Exatamente! Sempre foi assim, esse é o problema!

A Igreja passou por uma “reforma”. [A Reforma Protestante] Mas, ela não precisava ser reformada. Ela precisava ser “reconstruída”, esse é o detalhe. Quando reformamos uma casa, apenas pintamos a velha parede, trocamos o assoalho, mudamos algo no teto, etc. Mas, a “velha estrutura” permanece. O projeto da casa ainda é o mesmo. As colunas são as mesmas e a base da casa não se altera. Apenas as cores, coisas superficiais que não alteram por dentro.

A velha estrutura da igreja é a liturgia, a forma com que os líderes permanecem imóveis sobre as tábuas das leis criadas por eles mesmos. Você pode até me perguntar: Em quê ainda estamos parecidos com a Igreja Católica Romana? Bem, ainda temos o velho costume da idolatria aos homens, líderes que se colocam acima do que realmente são e criam regras para manipular o povo segundo os seus princípios.

Ainda vivemos o “evangelho da aparência”. O mesmo problema que Cristo condenou entre os fariseus. Onde aqueles que se curvam diante das regras, que jogam o jogo sujo, que usam máscaras, estão a ensinar o povo.

Infelizmente, estamos precisando de uma nova Reforma, e outra, e outra... O problema de uma reforma num edifício é que, quando se reforma, retira-se apenas o superficial, a casca, passamos uma tinta nova sobre a velha, porém as raízes ainda são as mesmas. Sendo assim, a "velha estrutura" mantém-se em pé, sob uma "nova fachada". Pense nisso... (Não estou dizendo que a Reforma foi inútil, mas apenas que, paramos onde eles começaram - deveríamos dar continuidade até que os "velhos moldes" fossem completamente removidos!)

Soli Deo Gloria

Pr. Felipe Miranda

domingo, 17 de abril de 2011

Superstições Gospel ???

Você é um evangélico supersticioso?
Silas Daniel



Ser um evangélico supersticioso é estar fadado a uma vida cristã neurótica e frustrada. Além disso, é uma tremenda contradição, porque as raízes históricas e teológicas do protestantismo sempre foram contra toda e qualquer manifestação supersticiosa. E não poderia ser diferente, já que a Bíblia é frontalmente contra todo tipo de supersticiosidade. Mesmo assim, o que mais existe hoje são evangélicos supersticiosos.

Ao lermos a História da Igreja, vemos que quando ocorreu a Reforma Protestante no século 16, uma das grandes bandeiras dos reformadores era o fim do misticismo medieval e da supersticiosidade religiosa. O protestantismo foi um dos grandes promotores do fim da superstição da Idade Média, que havia sido implantado por um catolicismo cada vez mais decadente. É só reexaminarmos a História e veremos que, antes da Reforma, o mundo medieval era cheio de fantasmas, duendes, gnomos, demônios, anjos e santos. O povo era ignorante, extremamente supersticioso e não tinha acesso à leitura. A própria Igreja Católica Romana alimentava e explorava isso. Foram os evangélicos que combateram tudo isso, inclusive apoiados por intelectuais da época. Infelizmente, porém, há muitos grupos hoje que se dizem evangélicos, mas que parecem querer reeditar esse período negro da História.

Exemplos de superstição evangélica hoje

Nos últimos anos, têm surgido modismos que claramente chocam-se com as Sagradas Escrituras e significam um retrocesso na luta protestante. Muitos grupos que se dizem protestantes pregam e praticam coisas que envergonham o protestantismo.

Alguns casos de supersticiosidade entre evangélicos são menores, outros são mais graves. Alguns exemplos do primeiro tipo são deixar a Bíblia aberta no Salmo 91 para afastar desgraças; utilizar a expressão Tá amarrado! de forma séria, como uma espécie de precaução espiritual; abrir a Bíblia aleatoriamente para tirar um versículo que funcione como a orientação de Deus para tomarmos uma decisão; trocar a leitura sistemática e regular da Bíblia pela caixinha de promessas; reputar que a oração no monte tem mais eficácia do que a feita dentro do quarto ou na igreja; dormir empacotado para que Deus, ao nos visitar à noite, não se entristeça; e acreditar que objetos ou algum suvenir de Israel (pedrinhas, água do Rio Jordão, folhas) têm algum poder especial.

Exemplos do segundo tipo são superstições que são exatamente uma volta à teologia romanista da Idade Média. Se não, vejamos: Não seria o uso de elementos como galhinho de arruda, sal grosso e copo d'água na liturgia uma volta ao misticismo medieval, tão condenado pelos reformadores? A teologia da maldição hereditária não seria um vilipêndio à doutrina da graça e uma superstição religiosa em sua essência? E o que dizer do uso indiscriminado do óleo da unção? E da angelolatria? E do modismo da batalha espiritual, interpretada de forma diferente do que diz a Bíblia?

No caso da teologia da maldição hereditária, ela declara insuficiente a obra de Cristo na vida da pessoa, pois afirma que, depois de salvo por Jesus, o cristão deve desenterrar o seu passado e o de seus familiares para quebrar uma a uma todas as possíveis maldições que acometeram seus antepassados e que ainda repousariam sobre ele, se não a libertação não será completa. Além de não ter base bíblica (2Co 5.17), essa teologia defende um princípio quase reencarnacionista, estabelecendo um carma na vida da pessoa a partir de seus parentes.

Textos como o de Êxodo 20.5-6 não falam da extensão do juízo divino, mas da sua duração sempre que houver necessidade. Em outras palavras, sempre que houver necessidade de juízo, haverá juízo. Os justos que são filhos de pais ímpios não pagam pelo pecado dos pais (Rm 8.1). A responsabilidade é pessoal (Ez 18.19-20 – para ficar ainda mais claro, o ideal é ler todo o capítulo).

O uso indiscriminado do óleo da unção é antibíblico. A única aplicação possível hoje está clarificada em Tiago 5.14. No tempo do Antigo Testamento, o óleo tinha outras aplicações, mas, no Novo Testamento, seu uso nas atividades religiosas da Igreja passa a ser muito específico. O texto bíblico é claro: (1) deve-se ungir apenas as pessoas que estão enfermas, (2) esta unção com óleo deve ser feita em nome do Senhor, (3) deve ser efetuada apenas pelos obreiros da igreja (4) e acompanhada de oração pela cura (Tg 5.14,15). Outro detalhe: não há nenhuma orientação bíblica para que a unção seja feita exatamente sobre o lugar da enfermidade. Basta ungir o enfermo (Tg 5.14). A unção com qualquer outro propósito não é válida. Ou seja, ungir territórios, carros, casas, endemoninhado, etc, é absolutamente antibíblico.

No Velho Testamento, eram atividades comuns a unção com óleo sobre pessoas por outros objetivos que não a cura (consagração de reis, por exemplo) e a unção sobre objetos. Porém, não há nenhuma passagem do Novo Testamento que justifique o uso desses tipos de unção nos dias de hoje. Portanto, qualquer pessoa que se arvora a ungir as pessoas sem se enquadrar com o ensino bíblico do Novo Testamento está errada.

Angelolatria

A angelolatria é culto a anjos, e isso é heresia (Cl 2.4,18-19; Ap 22.8-9). Porém, nos últimos anos, o culto aos anjos se infiltrou fortemente na cultura popular e depois nas igrejas. Isso se deve, obviamente, à forte onda do movimento Nova Era, que se ergueu no final do século 20.

Em 1993, quando os ensinos novaerenses estavam em alta, a revista Newsweek chegou a colocar em destaque em uma de suas edições uma matéria intitulada: Anjos estão aparecendo em todos os lugares da América. Essa matéria foi um marco da angelomania que tomava conta dos Estados Unidos na época. Na reportagem, pessoas de todas as partes do país garantiam ver constantemente anjos, conversar com eles e até pô-los em contato com outras pessoas. Era o auge da febre dos anjos.

Com essa onda, a Nova Era passou a popularizar a concepção de que a idéia do Deus cristão estava falida. Para eles, o Deus dos cristãos era duro e antipático, enquanto os anjos eram dóceis e simpáticos. Assim, as pessoas passaram a conversar com seus anjos da guarda, a dirigir-lhes lacrimosas orações e a atribuir qualquer sucesso na vida a esses seres, e não mais à misericórdia divina.

A escritora norte-americana Sophy Burnham, adepta da Nova Era, foi uma das fomentadores dessa substituição de Deus pelos anjos na mente das pessoas. Em seu livro A book of angels, ela diz que a corrente popularidade dos anjos se deve ao fato de termos criado este conceito de Deus como punitivo, judicioso e ciumento, enquanto os anjos nunca o são. Eles são completamente compassivos. Em entrevista à revista Time nos anos 90, Burnham afirmou ainda que para aqueles que se sentem sufocados facilmente por Deus e suas regras, os anjos são a concessão fácil, a ausência de julgamento; são todos fofos e suspiros. E estão disponíveis a todos, como aspirina.

Batalha espiritual

Essa febre, infelizmente, acabou atingindo também as igrejas. O escritor evangélico Ron Rhodes acredita que os primeiros indícios da angelomania no meio evangélico surgiram após o sucesso, nos anos 70, do livro Anjos: agentes secretos de Deus, de Billy Granham. Não que o livro do famoso evangelista trouxesse heresias em seu bojo, mas, nas palavras de Rhodes, muitos receberam um impactante direcionamento para esse fascinante assunto pela leitura do livro de Granham.

Segundo Rhodes, um dos mais fortes incentivadores da moda dos anjos no meio cristão foi, na verdade, o mega best-seller de ficção Este mundo tenebroso, de Frank Peretti. Basta lembrar a exacerbação em torno do tema batalha espiritual após o sucesso do livro. Seminários e mais seminários eram feitos sobre o assunto, e muitos deles foram os grandes criadores de modismos e conceitos absurdos sobre a vida cristã e o mundo espiritual.

Especialmente no meio pentecostal, os anjos passaram a ganhar uma notoriedade que nunca deveriam ter. A doutrina bíblica sobre os anjos, que é esposada pelas igrejas pentecostais tradicionais, como a Assembléia de Deus, é veementemente contra essa relevância bizarra que se tem dado aos seres angelicais. No entanto, influenciados por novas igrejas (que por ainda não terem se cristalizado convivem, na sua maioria, com uma teologia inexata, sempre a caminho), muitos crentes acabam tornando-se angelomaníacos. São aqueles que vêem anjos a todo instante e não fazem nada sem a orientação angelical. Muitos afirmam ter audiências diárias com os arcanjos Gabriel ou Miguel!

A exacerbação da idéia de batalha espiritual é um dos modismos neopentecostais que promoveram os anjos a uma posição acima do normal. Esse modismo vê demônios e anjos em tudo. Se a água está muito quente, é demônio; se está muito fria, demônio. Se o vento soprou forte pela janela, são seres celestiais. Arrepiou-se? Tem capiroto na área!

Além de ver agentes espirituais do bem e do mal em tudo, esse modismo também levou as pessoas a crer em um mundo espiritual que pode ser manipulado ao bel prazer do crente. Esquece-se da soberania de Deus e valoriza-se demais os seres criados. Essa distorção teológica é na verdade um retrocesso, pois lança as igrejas de volta à teologia medieval anterior à Reforma Protestante.

Como já afirmamos, a Reforma Protestante combateu a superstição da Idade Média, implementado por um catolicismo cada vez mais decadente. O mundo medieval, cheio de entidades, fantasmas, demônios, anjos e santos, era mentalmente carregado. Nesse mundo, Cristo era fraco, os demônios eram fortes e os anjos e santos importantes. Veio, então, a Reforma e centralizou tudo na cruz de Cristo, que representa a vitória para todo o que crê e serve a Deus. Porém, infelizmente, muitos parecem querer reeditar esse hostil mundo cósmico através de uma má interpretação do tema batalha espiritual.

O perfil dos angelólatras

O apóstolo Paulo, ao advertir os cristãos em Colossos sobre os falsos ensinamentos, definiu bem o perfil dos angelólatras: E digo isto para que ninguém vos engane com palavras persuasivas (...) Ninguém vos domine a seu belprazer, com pretexto de humildade e culto dos anjos, metendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão, e não ligado à cabeça, da qual todo o corpo, provido e organizado pelas juntas e ligaduras, vai crescendo em aumento de Deus, Cl 2.4,18-19.

Paulo afirma no texto supracitado que os falsos mestres ensinavam a necessidade de reverenciar e adorar os anjos, pois, segundo eles, os seres angelicais funcionariam como uma espécie de mediadores na comunhão do crente com Deus. O apóstolo rebate veementemente isso, lembrando que invocar anjos é fazer com que estes tomem o lugar de Jesus, que é o único mediador entre Deus e os homens e, por isso, a única e suficiente cabeça da Igreja (v19).

Paulo também destaca que esses falsos mestres posam de humildes e santos, por causa dessa conversa de anjos, quando, muito pelo contrário, encontram-se inchados na sua carnal compreensão. Ainda hoje, os angelólatras se apresentam como pessoas avivadas, espirituais, santas, humildes, mas na verdade estão, como afirmou o apóstolo, embriagados por uma compreensão carnal.

Essa história de ver e conversar com anjos todo dia e o dia todo, se prostrar diante deles, ter audiências com arcanjos, ser secretariado por Gabriel ou Miguel e outras coisas do tipo não passa de uma grande tolice e blasfêmia. Sim, blasfêmia, porque valorizar mais a presença de anjos do que a do próprio Deus, se prostrar diante da criatura e não do Criador, e não poucas vezes atribuir curas, milagres e libertações não a Deus, mas às criaturas angelicais, é deixar de adorar a Deus e colocar os anjos no centro do culto.

A coisa está tão cimentada que, em muitas reuniões, lembrar que Deus está presente no ambiente de adoração não tem mais o menor significado, enquanto um simples Há um anjo passeando neste recinto é o suficiente para que o povo se arrepie, chore e celebre. O reflexo também se vê nos hinos, onde quem cura, batiza no Espírito Santo e transforma vidas não é mais Deus, mas os anjos. Quer ser curado? Receba o toque do anjo! Quer ser batizado? Deixa o anjo te tocar! Quer ser transformado? Dê lugar ao anjo de Deus na sua vida! Isso é abominável.

Razões de tanta superstição nas igrejas

A existência de casos de superstição entre evangélicos é resultante da ausência de orientação bíblica. Nas igrejas onde o povo recebe o ensino sistemático e sadio da Palavra, raramente existe isso.

O resultado de tanta superstição nas igrejas é uma quantidade cada vez mais crescente de crentes neuróticos e/ou frustrados espiritualmente. O espaço não permite, mas em meu livro Como vencer a frustração espiritual (CPAD) detenho-me com mais vagar nesse assunto em alguns capítulos. Há muitas referências históricas e bíblicas também, inclusive sobre a questão dos anjos.

A Bíblia condena a supersticiosidade

A Bíblia, diferentemente de muitas obras religiosas do mundo, não é baseada em superstições, mas é a Palavra de Deus (2Tm 3.16-17).

A Arqueologia tem mostrado dia após dia a veracidade da narrativa bíblica, mostrando que tanto o Antigo quanto o Novo Testamentos não são depositários de mitos. O Evangelho está enraizado em fatos históricos, não em mitos. Ele é baseado no testemunho ocular de vários homens, como enfatiza o apóstolo Pedro: Porque não nos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas artificialmente compostas, mas nós mesmos vimos a sua majestade (2Pe 1.16).

Além disso, a Palavra de Deus condena veementemente a magia e a feitiçaria, bem como a supersticiosidade. As fábulas, crendices e os falsos ensinos são combatidos nas Sagradas Escrituras (2Tm 4.1-4). A expressão grega traduzida por fábula nesse texto de 2 Timóteo e em 1 Pedro é mythos. Ela é usada para descrever uma narrativa que, além de fictícia, é enganosa, sendo geralmente elaborada por um mestre falso com o objetivo de iludir.

Em 1 Timóteo 1.4, Paulo exorta seu filho na fé para que não se dê a fábulas, neste caso uma referência às lendas forçosamente relacionadas a narrativas do Antigo Testamento. Elas aparecem descritas pelo mesmo apóstolo em Tito 1.14 como fábulas judaicas.

Paulo ainda chega a ironizar a superstição judaica, chamando tais crenças sem fundamento de fábulas profanas e de velhas (1Tm 4.7). O apóstolo estava querendo dizer a Timóteo que, por não terem base bíblica, por serem simplesmente invenções humanas, criações que se tornaram populares para enganar o povo, eram ímpias, só servindo mesmo para entreter as conversas de velhinhas caducas.

Já no caso do texto de 2 Pedro 1.16, a referência é às histórias fabulosas, crenças e superstições criadas pelos primeiros mestres gnósticos, que para difundi-las se utilizaram da divulgação de evangelhos apócrifos por eles mesmos escritos. Enfim, a Bíblia é enfática contra a superstição.Portanto, fujamos de todo tipo de superstição. Que a nossa fé seja absolutamente bíblica!

Texto Extraído do site: http://www.elnet.com.br/colunistas_interna.php?materia=1495

Silas Daniel é ministro evangélico da Assembléia de Deus em Artur Rios, Rio de Janeiro (RJ), jornalista, conferencista, articulista e escritor. Autor de Como vencer a frustração espiritual e Habacuque  a vitória da fé em meio ao caos. Contatos: silas.daniel@cpad.com.br

domingo, 10 de abril de 2011

Observadores & Adoradores

Observadores & Adoradores



Costumo dizer que existem duas classes de pessoas nas igrejas, com base na leitura em Atos 2.1-13.
Pessoas que vão à igreja para observar. Observar se as irmãs do louvor estão bem vestidas, se os irmãos estão de terno e gravata, se o pregador é pentecostal, etc.
Enfim, existiram essas pessoas no dia do Pentecostes, eles observavam e até se admiravam, uns até zombavam daqueles que estavam cheios do Espírito Santo.
Também existem aqueles que são adoradores. Enquanto aquela multidão observava, eles adoravam ao Senhor nosso Deus.
Eles não queriam saber quem estava ali, pois havia muitos estrangeiros.
E agora faço uma pergunta a você, meu irmão: Em qual classe você se encontra? Saiba que o Senhor está à procura de Verdadeiros Adoradores!
O único privilégio que os Observadores terão é ver a Igreja subir com o nosso Senhor Jesus Cristo para a glória!


segunda-feira, 4 de abril de 2011

Pais & Filhos...

Pais & Filhos...


Quando falamos em relacionamento entre pais e filhos, temos sempre em mente as constantes brigas, discussões, 
A Bíblia orienta aos pais a cuidarem de seus filhos para o Senhor (“Instrui o menino no caminho em que devem andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele.” Provérbios 22.6), pois são o legado que deixamos para o Senhor (“Eis que os filhos são herança do Senhor...” Salmos 127.3).
Filhos são bênçãos sem medidas para aqueles que obtêm a graça de cultivar boas maneiras. Uma educação adequada não se faz em uma sala de aula, mas na sala de casa. Com práticas diárias de bons exemplos dos pais.
Como podemos ter bons filhos se não conseguimos ser bons pais?
A retórica insiste em ser rebatida por muitos pais omissos que transferem a responsabilidade da educação para as escolas, para as igrejas, e até mesmo para outros parentes, etc.
A Bíblia nos mostra que, o desânimo dos filhos pode ser provocado justamente por aqueles que deveriam ser os principais motivadores; ou seja, os pais. (“Pais, não irritem os seus filhos para que eles não fiquem desanimados”. Colossenses 3.20-21)

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